
Ah, mas ouça! O homem não está louco, não, apenas desesperado o suficiente para estar certo. Ele pinta 2025 como uma piada cósmica, onde o Bitcoin, aquele diabrete caprichoso, se recusou a desempenhar os papéis que lhe foram atribuídos: nem ouro digital, nem prostituta de ações de tecnologia. “Como esperado!” Hayes late para o éter, como se alguém esperasse alguma coisa. O ouro não surgiu dos sonhos febris dos camponeses, mas das mãos frias e trémulas dos soberanos que – com razão! – temem o domínio gelado do Tesouro. “Se o presidente rouba de você”, zomba Hayes, “será que o seu ouro é barato?” Um argumento justo, se ignorarmos o absurdo da premissa.