Os comerciantes, os gladiadores modernos, agora correm como formigas, reduzindo a alavancagem e reposicionando-se com a graça de um bêbado. As principais criptomoedas, outrora reis da colina, agora jazem na poeira, com as suas coroas pisoteadas por rumores de tarifas e pela eterna maldição dos “mercados globais”. A ADA, aquela alma resiliente, despencou para US$ 0,345 – um preço tão lamentável que poderia comprar uma xícara de chá ruim em Moscou – e ainda assim, até o momento, continua viva a US$ 0,371, uma perda de 5,56% em 24 horas. O seu volume à vista também aumentou 187%, para 1,01 mil milhões de dólares, um testemunho do caso de amor da humanidade com a autodestruição.