- Em seis dias, um valor recorde de 46 mil milhões de dólares desapareceu dos ETFs dos EUA, um pronunciamento contundente de que a recuperação de Janeiro sempre foi um mito reconfortante. O velho boato sobre o “Efeito Janeiro” estremeceu e os mercados desviaram o olhar com um encolher de ombros e um suspiro. 😂
- A inflação não cederia e as esperanças de um destino mais amável por parte do Fed dissolveram-se como gelo sob a luz do sol. Em todas as classes de activos cresceu uma urgência silenciosa: vender, vender, vender, como se a própria coragem se tivesse esgotado. 🤨
- Os ETFs Bitcoin e Ethereum sangraram, mas os fundos excêntricos – XRP e Solana – ainda queimavam como uma brasa teimosa, uma pequena luz num longo corredor. 🔥
As primeiras semanas do ano chegaram com o bater de uma porta num corredor deserto – sombrio, sem adornos e para sempre observado por aqueles que fingem não notar.
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Normalmente, o Ano Novo traz o “Efeito Janeiro”: o dinheiro entra no mercado apoiado pelo otimismo. Este ano, esse otimismo congelou. Os ETF cotados nos EUA perderam 46 mil milhões de dólares em seis pregões, que terminaram em 11 de janeiro, e o ritmo parecia menos uma recuperação e mais uma confissão.
Este êxodo repentino está no topo dos livros de recordes como a liquidação de início de ano mais agressiva de que há memória, e Wall Street olha fixamente, piscando, como se visse o risco pela primeira vez.
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Ver previsão agora!Quebrando a tendência histórica do ETF de janeiro
Janeiro tem sido um festival de cálculos esperançosos. Desde 1950, o S&P 500 tem subido em Janeiro com maior frequência; o capital – fresco dos bônus de final de ano – deveria inundar os portões. No entanto, os números gritam uma verdade diferente e mais dura: divergência com um tom teimoso.
O que manteve melhor o seu valor desde 2000, o ouro ou as ações? Veja o desempenho de US$ 10 mil em cada um 📈 Este gráfico, criado em parceria com a Visual Capitalist, mostra como uma participação de US$ 10 mil em ouro e uma participação de US$ 10 mil no S&P 500 cresceram de janeiro de 2000 a outubro de 2025…
Os grandes fundos de ações suportaram o impacto: os ETFs de grande capitalização que acompanham o S&P 500 e o Nasdaq-100 eliminaram cerca de 28,4 mil milhões de dólares. O rendimento fixo também não ofereceu qualquer refúgio: os ETF de obrigações perderam 9,2 mil milhões de dólares, à medida que os investidores fugiam para a certeza do dinheiro. Os mercados emergentes juntaram-se à retirada com resgates de 4,1 mil milhões de dólares. Esta marcha de perdas assinala uma mudança no sentido da “afastação do risco”, um estado de espírito mais fiel ao medo do que à esperança.
Inflação e o pivô do Federal Reserve
O principal fator é a fadiga – a fadiga macro – a sensação de que a máquina, afinal, não se salvará sozinha. A maioria dos analistas sonhava com uma aterragem suave e cortes previsíveis nas taxas em 2026. Mas, em 6 de Janeiro, os últimos números da inflação – o núcleo do IPC foi de 3,4% – frustraram essas fantasias. A possibilidade de um corte nas taxas em março caiu de 72% para escassos 14%.
Os ETFs arrecadaram US$ 46 bilhões nos primeiros 6 dias do ano, um valor anormalmente alto para o início do ano, a um ritmo de US$ 158 bilhões por mês, cerca de 4 vezes o normal. Normalmente, janeiro é um mês fraco, porque o dinheiro da colheita de prejuízos fiscais sai (e é -8b) que entrou em dezembro, mas a indústria está crescendo…
O dinheiro inteligente – o tipo institucional – começou a ser retirado imediatamente. Os algoritmos, aqueles frios escribas do mercado, emitiram ordens de venda em carteiras diversificadas em perfeita sincronia. Quando a verdade se torna óbvia – que a Fed poderá não intervir – as coisas mais líquidas vão primeiro, como se o líquido fosse escorrer de um incêndio.
Crypto ETFs e o pânico
O reino digital também sentiu o tremor. Os Crypto ETFs, antes coroados como imparáveis, não conseguiram escapar do frio do ano. Depois de um breve flerte com um comício nos dias 2 e 5 de janeiro, o clima piorou.
Os dados da SoSoValue mostram que os ETFs de Bitcoin à vista dos EUA registraram quatro dias consecutivos de saídas líquidas – US$ 681 milhões na primeira semana completa de negociações. O fundo IBIT da BlackRock registrou sua primeira grande sequência de queda, perdendo US$ 252 milhões na sexta-feira, 9 de janeiro; O FBTC da Fidelity sofreu uma perda ainda maior em um único dia, de US$ 312 milhões. Os ETFs Ethereum seguiram um caminho semelhante, perdendo US$ 68,6 milhões durante a semana. Os receios do mercado não pouparam nem mesmo os novos activos mais elegantes. 🪙💸
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2026-01-12 22:45