Morgan Stanley se junta ao circo do Bitcoin 🎪: Será que vai fazer malabarismos com ETFs ou deixar cair a bola? 🤡

Mercados

O que saber:

  • O Morgan Stanley, em um acesso de esclarecimento financeiro, preencheu um Formulário S-1 em 6 de janeiro de 2026, implorando aos deuses da regulamentação que aprovassem um ETF de bitcoin à vista. 🧾✨
  • Este movimento ousado, semelhante ao de um nobre que finalmente percebe a nova moeda dos camponeses, sinaliza uma fé institucional crescente nos produtos Bitcoin regulamentados. 🏰💰

Numa reviravolta tão previsível como o final trágico de um romance de Tolstoi, o Morgan Stanley apresentou humildemente uma declaração de registo à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA. Sua grande ambição? Para lançar um fundo negociado em bolsa (ETF) de bitcoin à vista, conforme revelado no Formulário S-1 em 6 de janeiro.


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Eis o Morgan Stanley Bitcoin Trust, um navio projetado para espelhar o preço do bitcoin, sem as trivialidades de taxas e despesas. Se os céus sorrirem para este esforço, as suas ações irão agraciar uma bolsa de valores nacional, embora o símbolo permaneça envolto em mistério. 🕵️♂️

Patrocinado pela Morgan Stanley Investment Management, este Trust deverá deter bitcoin diretamente, evitando as tentações de derivativos ou alavancagem. Seu valor patrimonial líquido, calculado diariamente com a precisão de um relógio suíço, dependerá de uma referência de preços de bitcoin designada pelas movimentadas bolsas à vista. Fundo passivo, não se dignará a negociar bitcoin com base nos caprichos do mercado. 🏞️⏳

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As ações constituídas e resgatadas em grandes blocos pelos participantes autorizados circularão em dinheiro ou em espécie. As transações em dinheiro, executadas por meio de contrapartes terceirizadas de bitcoin, garantirão que a maquinaria do comércio funcione. Os investidores de varejo, sempre os espectadores, podem comprar e vender ações no mercado secundário por meio de suas contas de corretagem. 🎟️🛍️

O pedido do Morgan Stanley chega logo após o boom dos ETFs de bitcoin nos EUA, um fenômeno que acumulou US$ 123 bilhões em ativos líquidos totais – impressionantes 6,57% da capitalização de mercado do bitcoin. Desde o início do ano, as entradas líquidas ultrapassaram os 1,1 mil milhões de dólares, uma prova do apetite insaciável das massas pelo ouro digital. 💼💹

A BlackRock, sempre titã, viu seus ETFs de bitcoin à vista se tornarem a joia da coroa das receitas em novembro, com alocações próximas de US$ 100 bilhões. Cristiano Castro, diretor de desenvolvimento de negócios da BlackRock Brasil, proclamou esse triunfo com a seriedade de um solilóquio shakespeariano. 🎭💎

Não satisfeito apenas com o bitcoin, o Morgan Stanley também entrou com um pedido do Morgan Stanley Solana Trust, um fundo para rastrear o preço da solana. Estes empreendimentos, com mais de mil milhões de dólares em ativos líquidos e quase 800 milhões de dólares em entradas acumuladas, sublinham a adoção cada vez mais profunda da empresa aos ativos digitais. 🚀📈

Este pivô, desde a distribuição de produtos criptográficos de terceiros até a criação de veículos internos, revela uma empresa que não se contenta mais com os bastidores. É uma declaração de maior convicção, uma aposta na lucrativa economia do ETF e do negócio fiduciário. Afinal, quem pode resistir ao toque de sereia das receitas provenientes de taxas, como demonstrado pela rápida ascensão da BlackRock? 🤑🎯

No entanto, a estratégia do Morgan Stanley tem as suas nuances. Ao contrário da BlackRock, ela possui um vasto braço de gestão de patrimônio, e seus consultores abriram acesso criptográfico aos clientes em outubro. Ao integrar os seus próprios ETFs nas carteiras dos clientes, o banco mantém internamente as taxas de gestão, um golpe de mestre da integração vertical. Uma jogada astuta, na verdade, embora nos perguntemos se os clientes colherão os frutos ou simplesmente pagarão a conta. 🤔💼

2026-01-06 16:02